No último feriado (Zumbi), como bons trabalhadores zumbis, no melhor estilo “lerêlerê” que somos, viemos trabalhar. Mas como não somos feitos de aço, feito os robôs das montadoras de carro, também tivemos o nosso pseudo-momento de alegria. E qual não seria este momento senão a tão esperada hora do almoço?
Como todos na agência estavam em clima de festa (ou no famoso “rir para não chorar”), toda a equipe foi junta ao restaurante da picanha amada já citada num post anterior. Seria tudo a mesma coisa, como comer pra cacete uma picanha grosseira, porém deliciosa, caso não tivessem acontecido alguns fatos engraçados.
Logo que fizemos o pedido para o garçom nosso(a) companheiro(a) de mesa e agência pediu para trocar porque não gostava do acompanhamento que vinha (molho à campanha). Seria justo, já que a coisa também pagaria, mas o fato é que em vez de pedir para trocar era bem mais fácil não colocar o maldito molho na picanha, já que o mesmo vinha separado!
Enfim, depois de uma ameaça desesperada do Leo abandonar a mesa, conseguimos convencê-lo(a) do equívoco. Mas não parou por aí. Depois de nos fartarmos de tanta carne, chegou a hora da dolorosa (sempre fico com medo nessa hora). Como estávamos no esquema “sentou sorriu, a conta dividiu”, nos preparamos para rachar tudo, independe se fulano pediu uma bala Juquinha a mais ou não. Mas... O mesmo(a) ser do episódio anterior, tinha que dar a sua “tacada final”: não quis dividir a conta e ainda falou que arredondaria o seu pagamento de 17,32 para 17,34! Cacete! Não foi nem 35 (rs). Vai entender. Mesmo assim, como sempre, a picanha deixou um gostinho de quero mais.
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