sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A famosa Pizza no Zona Sul faz jus também em Botafogo

No mais autêntico “chuta o balde que já é final de ano” (comemoração de Natal 16), fomos almoçar no recém inaugurado Zona Sul de Botafogo. Famoso pelas pizzas sabororererérrimas (todo mundo fala isso há anos, mas nunca tinha provado), tive que aceitar a proposta do Leo de comermos uma pizza grande de marguerita e outra de calabresa com provolone, e de fato agora posso confessar com conhecimento de causa: realmente é foda! Assino embaixo e concordo em gênero, número e grau com todos os elogios feitos a ela.

Gostamos tanto que ainda rolou mais uma de tomate seco com rúcula. E para o grand finale: as deliciosas tortinhas da “Douceria de Francis” servidas ali ao lado mesmo com um bom café espresso. A suíça estava divina! Mas pra não ficar só na rasgação de seda, vai o comentário de que peca um pouco no atendimento, mas convenhamos: cobrar um atendimento atencioso dentro de um supermercado já é demais. Rs.

Come aqui, Cai aqui


Nos valendo do fato do restaurante ser dentro de um centro médico (ou seja, qualquer problema gastrointestinal já ficaríamos por lá mesmo), fomos desbravar mais um restaurante entre os tantos de Botafogo.

Chegando lá, apesar da boa vontade do garçom, não havia mesas. Péssimo para quem estava com muita fome, mas um bom sinal sobre o que nos aguardava em relação à qualidade do menu.
Leo, como sempre, foi direto à quiche. Eu, provavelmente um peito de frango básico (recomendações médicas). Rs. Mas o ponto alto com certeza foi a fatia generosa de bolo de laranja que o Leo pediu. Jesus! Aquilo era praticamente metade do bolo! Para despistar ele comeu tudo e deixou o último pedaço. Só para não ficar mal falado na agência.

Saldo: atendimento atencioso, ambiente pequeno, porém aconchegante, e uma comida aprazível, mas com preços nada convidativos. Ou seja, mesmo que a comida não tenha nos matado, o susto com a conta rendeu uma leve palpitação (ai, esse meu coração. Rs).

Ula-lá!



Um cantinho de Paris em Ipanema. A Rua Redentor esta virando o novo eixo de moda e cultura da Cidade. Lá é possível encontrar a Maison Paris de Isabel Schmidt, e ver o que existe de mais interessante na Moda Francesa e ainda se deliciar com o café expresso acompanhado de uma inesquecível bala de coco.


Mas antes de levar sua amada até a Paris Fashion, passe na rua ao lado, a Barão da Torre, e aprecie o Bistrô Le Vin com suas toalhas quadriculadas e mesas na varanda, além de uma belissima adega. No Le Vin você aprecia comida de qualidade por um bom preço, além de aproveitar um espaço ultra charmoso. Até Wilker adoraria.

Outback

Nossa querida amiga Danuzia fez um comentário certeiro sobre o Restaurante Outback. "Você já se imaginou dividindo prazeres culinários com uma turba de adolescentes cheios de hormônios? Se tiver paciência para ficar duas horas na fila esperando uma mesa, vai poder entender por que os infantes apreciam tanto as sugestões Australianas da rede Americana."



Não tenho muita paciência pra fila, e muito menos pra atendente de restaurante forçando a barra de amigo. Mas, festividades de final de ano nos obrigam a engolir alguns sapos. Então fomos lá, agência em peso para a comemoração de número 15. Depois da novela da dança das mesas e cadeiras, foi possivel destacar três coisas interessantes do restaurante: Durante o Happy Hour o chopp é Duplo, um porre pela metade do preço; A batata frita com queijo e bacon, simplesmente deliciosa; e o carro-chefe Bloomin´onion, que é uma deliciosa cebola frita com um molho picante. (Melhor que a da Apple Bee´s). Fica a dica, a comida é legal (apimentada, eu sei...), mas o barulho é infernal.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Hard Candy

Sim! Fui na apresentação da cachorra velha. A Madonninha Capixaba - Made in USA fez 2 horas cronometradas de um show inesquecível. Choveu pra caramba durante todo o show, mas isso não atrapalhou em nada a animação das 70mil pessoas que agitaram o Maracanã.

Pontos altos do show: A Mariposa no Telão, O tombaralhaço que a véia tomou no palco, O chilique do Murilo Rosa no telefone ao saber que o Camarote não separa os Vips, O fato de ficar muito próximo do palco e ver as veias estranhas do braço da Madonna e o Maracanã em peso gritando Give 2 Me.

Aproveitando que o Blog é sobre comida, lá dentro vendia Hot Dog Genial a 10 reais e no Vip rolava até Red Label. Mas o que eu bebi mesmo foi água da chuva. Foi perrengue, mas faria tudo denovo.

A gente não quer só comida

Nesta última semana o Leo estava reclamando da falta de posts culturais no nosso blogger. Confesso que esse ano fui muito relapso em relação à cultura. Já fui mais dedicado. Que eu me lembre, fui à exposição de comemoração aos 100 anos da imigração Japonesa no CCBB, umas duas vezes em uma peça de um amigo num brechó (bem interessante) e nesses museus já citados aqui no blogger (todos em caráter de visita relâmpago). Nem no Festival de Cinema do Rio eu marquei presença séria. Acho que fui no máximo a 3 ou 4 filmes. E o Festival de Dança então? Zero. O Rio Cena Contemporânea. Zero. E o Hútuz? Esse então, há uns 2 anos que não vou...



Enfim, o comentário do Leo me deixou meio pensativo. Então decidi que nesse final de semana, na contagem regressiva para o final do ano, eu iria me redimir. Acompanhado de minha namorada fashion (rs), munido dos meus óculos do José Wilker e dois pares de ingressos, um para um balé clássico e outro para uma peça de uma companhia de teatro contemporâneo, fui em busca “DO” post cultural. Graças ao patrocínio da Osklen, no sábado fomos assistir à peça “Inveja dos Anjos”, encenada pela Armazém Companhia de Teatro na Fundição. Muito legal. Fala sobre as histórias e memórias da vida de três amigos do interior. A cenografia é composta por um trilho de trem que corta a cidade onde é vivida a peça. Aliada a isso, a atuação impecável dos atores e alguns elementos circenses a compõem maravilhosamente. Não é à toa que foi aclamada pela crítica e agora será por mim também. rs...

No domingo, fomos à apresentação do Suíte Quebra Nozes no RioSul. Dessa vez, graças à aquisição do meu mais novo filho (Macbook), ganhamos um par de ingressos para este clássico que nunca tinha assistido. O legal desses clássicos é que sempre tem alguma cena, alguma música que você conhece, mas que normalmente não sabe de onde e que te remete à infância ou à juventude. Nesse espetáculo, tem a famosa Valsa das Flores de Tchaikovsky. Aquela que toda festa de quinze anos toca. Rs. Foi bacana. Mas nem se longe superou a peça de sábado.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Pé Limpo - Bar Mofo



Apesar do nome sugerir algo ruim, estragado ou bolorento, em nada o Bar Mofo lembra tudo isso. O nome provavelmente vem da alusão ao Rio do final do século XIX, início do século XX. As fotos, a decoração, a logo, enfim, tudo remete a este saudosismo gostoso. E gostoso não só na lembrança, mas também no sabor. O pé limpo serve algumas coisas inusitadas e deliciosas, como sanduíche de mignon com queijo coalho no pão de sal e a tábua de caipirinha (Vodka, Cachaça ou Saquê) com vários sabores descolados para cachaceiro nenhum botar defeito. Muiiiito bom!

Ps: O Chopp poderia estar um pouquinho mais gelado. Ah, a casa ganhou recentemente uma filial na Lapa.