terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Índio quer Apito

Eu sou a favor de utilizar o tempo do almoço de forma favorável. Um bom restaurante, compras básicas e um bate papo com o gerente do banco (Pra furar fila), tornam esse tempo bastante proveitoso. Mas como estamos sediados em Botafogo, inclui mais um tópico neste quesito Hora do almoço, o passeio com fundamento pseudo-cultural.

Descobri que o Museu Nacional do Índio é muito perto daqui da Agência. É claro que carreguei o André comigo. Comemos num quilo meia-boca, onde o prato mais light é um arroz com brócolis salgado e partimos para o Museu. Para nosso espanto, no meio do caminho achamos um outro Museu (Grátis), o de Villa-Lobos. Óbvio que paramos pra ver, muito legal, era a casa dele. Visita rápida, vários objetos e instrumentos e ....vazio!

Mas o foco era o índio! Vamos na porra do Museu do Índio! Ao contrário do primeiro, este museu (Com o apoio financeiro da Funai e Governo Federal) era enorme. Ocupava um casarão e um terreno gigantesco no coração de Botafogo.



Depois de rodar que nem uns loucos sem informação, descobrimos que a BILHETERIA estava fechada para almoço (Isso mesmo, 3 Reais por cabeça. Ainda tive que pagar a do Andre). Mas, como sou bastante calmo, conseguimos comprar a entrada de imediato. Lá dentro o museu era muito bonito, high-tech tupiniquin; ainda tinha uma área pra você reproduzir a pintura deles no corpo.Mas sinceramente, pagar pra ver isso foi um verdadeiro absurdo, não valeu o sacrifício de comer o arroz verde salgado.


Os passeios continuam!